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Cabelo – Informação Básica

29 Jul

Depois de muito pensar e de ter sido encorajada por alguns leitores, resolvi falar um bocadinho sobre cabelo! Hoje vou dar alguma informação básica, uma espécie de compilação de informação para ficar de referência a artigos futuros. Afinal de contas, unhas e cabelo (pêlos em geral) também fazem parte da pele!

cabelo trança

Quando pensamos em cabelo, o que vem à ideia é o cabelo que está na cabeça, mas na verdade deveríamos incluir todos os pêlos que temos. A quantidade e a espessura do pêlo varia conforme a localização no corpo, idade, sexo e conforme estamos de boa saúde ou não. A função do pêlo varia conforme a sua localização: se na cabeça serve para aquecer e para proteger um pouquinho uma área são sensível do corpo humano, nas sobrancelhas por exemplo serve para proteger os olhos do suor da testa e de parte das poeiras finas que atingem o nosso rosto no dia-a-dia.

O cabelo vem da sua raiz, que fica na derme. Aqui, as células juntam-se todas e começam a sair progressivamente e acabam por passar parte da derme e a epiderme para onde finalmente o podemos ver. As células são alimentadas por capilares (veias extremamente finas, digamos assim), mas a porção de cabelo que podemos ver já não está vivo. O cabelo que está na nossa cabeça cresce entre 1 a 1,5 cm por mês e cada pessoa tem um comprimento máximo ao qual o seu cabelo é capaz de chegar – há quem consiga deixar o cabelo crescer indefinidamente, mas há quem só consiga ter o cabelo até meio das costas, altura a partir da qual ele simplesmente não consegue crescer mais.

Cada dia, cerca de 50 a 100 cabelos caem naturalmente, sendo que na Primavera e no Outono este número aumenta. Isso é normal, é o ritmo a que o cabelo se renova e quando um cabelo cai, outro logo começa a nascer (noutra raiz). Cada cabelo crescerá em média durante 2 a 6 anos, depois ficará uns meses sem crescer e acabará por cair. Esta raiz ficará parada uns meses ou uns anos e depois lá dará lugar a outro cabelo. É a este processo todo que chamamos o ciclo do cabelo.

Quanto a tratar do cabelo, a essencial é a limpeza adequada com produtos que limpem mas não retirem o óleo natural e tão benéfico e essencial para um cabelo bonito e saudável. Nada de usar as unhas quando se lava o cabelo!!! Não convém puxar demasiado, ser demasiado agressivo com a toalha nem pentear quando o cabelo tem nós e está a resistir à escova. O condicionador/máscara não é essencial, mas certamente ajuda a ter um cabelo bonito. Para quem tenha o cabelo fino ou sem volume e ache que o condicionador “pesa” ainda que não chegue às raízes, há já condicionadores específicos para cabelo fino ou, em alternativa, devem aplicar o condicionar primeiro e só depois o champô.

Espero que tenham gostado! Querem ver mais sobre este tema aqui no blog? O próximo artigo será sobre mitos relacionados com o cabelo.

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The Red Lippy Project – Prevenção Do HPV

14 Jun

Beleza, pele esfoliada e sem rugas, maquiagem, aquele batom Tom Ford, aquela mala Birkin… Não querem dizer absolutamente nada de nada se não estivermos de boa saúde. Exactamente por isso é que já falei aqui do virus da Sida (Aids) e do Cancro da Mama além de, claro,  várias doenças de pele. Hoje falo-vos do HPV, um vírus que em última instância pode causar cancro cervical.

The Red-Lippy Project

The Red-Lippy Project

O HPV é um vírus sexualmente transmissível e há várias estirpes (“espécies”, por assim dizer) deste vírus – mais de 100. Nem sempre causa cancro cervical, pode também causar cancro de outras partes genitais ou manifestar-se simplesmente com o aparecimento de verrugas, por exemplo. Não afecta só mulheres, longe disso, mas afecta mulheres muito mais frequentemente.

O vírus faz com que as células (mais comummente do cérvix) cresçam e se desenvolvam de maneira exagerada e descontrolada – isto é que é o cancro. O vírus fica no corpo muito tempo, ou seja, os sintomas pode não ser detectados ou detectáveis pouco após a infecção! Até 80% de nós será exposto ao HPV em alguma altura das nossas vidas e infelizmente o uso do preservativo não previne completamente o contacto com o vírus. Existem vacinas, a detecção precoce salva vidas (daí a importância de ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano), a atenção e o cuidado com o nosso corpo vale-nos anos de vida feliz e saudável.

A vacina é mais eficaz em meninas que ainda não iniciaram a sua vida sexual, mas é eficaz também em mulheres que já são sexualmente activas – ainda assim, tomar a vacina não garante absolutamente que não se possa contrair esta doença, “apenas” diminui drasticamente a possibilidade de tal acontecer. É exactamente por isso que é preciso estarmos informados! Falem com o vosso médico, tirem as vossas dúvidas com profissionais de saúde (médicos, farmacêuticos, enfermeiros) em vez de confiarem cegamente no Google e nos seus boatos; por tudo quanto é mais sagrado, falem com as vossas pré-adolescentes! Já ouvi mães que não querem que as filhas de 10 ou 12 tomem a vacina por vergonha ou preocupação em falar de uma doença sexualmente transmissível às suas meninas achando que estão a abrir as portas à actividade sexual numa tenra idade – apesar de eu pessoalmente não concordar com o tabu, sugiro apenas que falem com o médico delas e que se decidirem que a vacina é o ideal e ainda assim não quiserem dizer às vossas filhas exactamente o que é e explicar tudo, digam apenas que é uma vacina para elas serem mais saudáveis quando forem crescidas. Só não deixem é de zelar pela saúde das nossas crianças (que serão adultas mais cedo do que imaginamos) por vergonha de falar!

Passado o pequeno desabafo, quero falar-vos do The Red Lippy Project – o projecto do batom vermelho. É um projecto que surgiu no Reino Unido e visa informar e prevenir.  Chegar a uma estranha e desatar a falar do HPV não é lá muito fácil, mas e que tal esta ideia de usar batom vermelho como maneira de divulgar o assunto sério que é o HPV. Assim, cada vez que alguém comente o nosso batom bonito, podemos dizer que o estamos a usar com um propósito! A semana oficial para este projecto é de 9 a 15 de Junho, portanto, acaba amanhã, mas todos os dias são dias para informarmos e ajudar-mos a salvar uma vida – a nossa, a da nossa filha, a da nossa melhor amiga, a de uma perfeita estranha. Ainda que não tenham ou não queiram usar batom vermelho, contribuam para esta causa falando e espalhando a palavra!

Perfume – O Guia Essencial

4 Jun

Convido-vos hoje a fazer hoje uma viagem imaginária a uma perfumaria. Eu vou convosco e vou-vos explicando conforme vamos pegando nos lindos frascos coloridos. Vamos lá? Vá, depois vamos lanchar um gelado!

Perfume Pnina Tornai

Perfume Pnina Tornai

Ao entrar na perfumaria, geralmente, ou já se sabe o que se quer, só se quer ver as novidades ou, então, procura-se um perfume novo. Vamos imaginar que o nosso caso seja o último e que queremos um miminho novo. O perfume é para o Verão ou é para o Inverno? Dia ou noite? Ou é para usar independentemente de tudo? Os aromas transmitem-nos outras sensações físicas que não são só olfactivas. Alguns aromas transmitem-nos calor, outras um frescor; alguns perfumes perduram mais e outros nem tanto. É assim que se distinguem os perfumes conforme a ocasião a usar – os aromas mais frescos usam-se no Verão, os mais quentes no Inverno; os aromas mais leves de dia e os mais marcantes de noite. Ou então usa-se o que der vontade, quando se tiver vontade. É uma questão de experimentar e ver o que cada perfume nos transmite – acreditem, o perfume é poderoso!

Agora vem a parte mais parece mais complexa, muitas pessoas fazem uma tempestade num copo de água, digo, frasco de perfume. “Notas” é um termo que não raras vezes ouvimos no que toca a perfumes e muita gente não sabe muito bem do que se trata. Notas são os elementos do perfume. Raramente vemos um perfume que tenha só um aroma, geralmente é uma mistura que dá aquilo que cheiramos – as notas são estes ingredientes, chamemos-lhe assim.

A partir daqui, podemos entender que haja notas de topo, médias (ou de coração) e as de base. Isto tem a ver com a mistura e com o peso de cada elemento. Assim, as notas de topo são aquelas que sentimos primeiro, são aquelas que evaporam e daqui a um bocadinho já cá não estão. As de base são aquelas que perduram, aquelas que ficam na pele, na roupa, aquelas que ainda sentimos horas depois da pessoa ter aplicado o perfume. E as médias são isso mesmo: as que estão entre uma coisa e outra. É assim que explicamos, por exemplo, que o perfume mude ao longo do dia! Posto isto, regra geral, as notas de topo são mais leves como por exemplo aquele cheirinho a “pó de talco” que alguns perfumes têm, aquele cheiro cítrico ou mesmo alguns florais mais suaves. As notas médias são muitas vezes originárias de flores e as notas de base mais comuns hoje em dia são amadeirada ou de incenso. Afinal não é assim tão complicado, pois não?

Shalimar - Guerlain

Shalimar – Guerlain

A parte divertida começa agora: experimentar!!! Armemo-nos de papelinhos e desatemos a carregar nos sprays. Mas calma, é preciso escolher com cuidado porque depois de muito experimentar, o nosso nariz já distingue mal umas fragrâncias das outras. Diz quem sabe que cheirar café ajuda a “limpar”, mas, convenhamos, nem toda a gente anda com grãos de café atrás! A cada quatro ou cinco perfumes, convém descansar um pouco. Aproveitem para anotar no papelinho o nome dos aromas que mais agradaram.

Quando já temos a escolha alinhavada, ou seja, já estamos entre dois ou três aromas, é altura de experimentar na pele. Colocar um bocadinho no braço (pedir uma amostra também resulta!) e ir passear. A pele altera o perfume e dependendo da pele e do perfume, pode alterar muito ou pouco – as pessoas com pele oleosa ou com hormonas mais activas tendem a alterar mais os aromas, por exemplo. Além disso há aquela conversa das notas de base!

Agora que já está o perfume escolhido, é só saber a “intensidade” que se procura. Costumamos encontrar as designações “Parfum”, “Eau de Parfum” e ainda “Eau de toilette”, que são as mais comuns. Isto tem tudo a ver com a quantidade de aroma, com a concentração da fragrância. O “Parfum” tem entre 15 a 40% de concentração de aroma, apesar de o mais comum ser 20%, a “Eau de Parfum” tem em geral 15% e a “Eau de Toilette” contém 10%. O gosto de cada um e a maneira de aplicar perfume é o que importa aqui – há quem adore “tomar banho” de perfume, e aí deve optar por um menos concertado; que aplica pouco, pode escolher o mais concentrado (também vai durar mais!)

Chanel nº 5

Chanel nº 5

Quanto a aplicar, já disse, vai do gosto. Apliquem como gostarem, esqueçam lá as regras!!! Eu aplico nos lados do pescoço e nos pulsos, são os sítios onde o corpo aquece e o sangue passa à superfície para que o aroma se projecte um bocadinho mais, mas sinceramente não é nada de especial. Só não recomendo que apliquem na roupa, porque o perfume pode manchar e, manchando, não sai mais.

Acho que é tudo, espero que não falte nada. Contudo, como sempre, se houver alguma questão, é só dizer!!!

Cuidados De Pele – Associação Portuguesa da Psoríase

28 Maio

Já aqui falamos um bocadinho sobre psoríase, vimos o que era, sinais e sintomas e quais se julgam ser as causas. Porém, esta doença atinge 250.000 pessoas só em Portugal, 2% da população mundial, 3 a 5% da população europeia e merece definitivamente uma atenção extra aqui no Invicta Maquiagem. Todos conhecemos alguém que sofra de psoríase, nem que sejam a Kim Kardashian, a Stacy London (do programa “What Not To Wear”) ou a Cameron Diaz!

skincare cuidados de pele

Estimo que, por mês, receba aqui no Invicta Maquiagem cerca de 300 visitas de pessoas com psoríase e o blog ainda não é assim tão grande ou popular quanto isso (mas há-de ser!!!). É muita gente. E por ser muita gente é que eu resolvi pedir ajuda para vos dar mais informação sobre este problema. Falei com a Dr.ª Fernanda Santos, farmacêutica e membro da Direcção da PSO – Associação Portuguesa da Psoríase, que dá apoio a todos quantos sofrem com esta doença. Foi uma conversa interessante que vos deixo aqui em forma de resumo.

[Invicta Maquiagem] O que é a PSO e em que consiste?

[Dr.ª Fernanda Santos] É uma entidade sem fins lucrativos, com âmbito de intervenção a nível nacional. Actualmente, promove e dinamiza campanhas e contactos com o intuito de alertar, despertar e sensibilizar a sociedade para a discriminação social e profissional de que são alvo os cerca de 250 mil portugueses que sofrem de psoríase. Como princiapais objectivos, podemos apontar promover a melhoria da qualidade de vida dos portadores de psoríase, no seu contexto pessoal, profissional e social e promover iniciativas de índole social e cultural com o propósito de esclarecer e sensibilizar a opinião pública acerca das características da doença, bem como desenvolver esforços no sentido de o Serviço Nacional de Saúde reconhecer a psoríase como doença crónica. Há mais informação sobre os nossos objectivos no nosso site, que é www.psoportugal.com

[IM] Como surgiu?

[FS] A PSO é o resultado da união de um conjunto de pessoas que, em 2004 sentiu a necessidade de criar uma associação que defendesse, apoiasse e desse voz aos doentes de psoríase de várias formas.

[IM] Quem se pode tornar associado e como? Quais as vantagens de o fazer?

[FS] Todos se podem tornar associados, independentemente de terem ou não esta doença de pele. As vantagens passam pelo simples facto de que quantos mais formos na Associação, mais força teremos. Quem quiser associar-se por entrar em contacto connosco através do nosso site.

[IM] Se só pudesse dar uma informação a todas as pessoas, qual seria?

[FS] Viver bem com a psoríase é possível, basta que se procure estar bem. Há muitos estudos que também são disponibilizados pela PSO em que o doente pode aprender muito. Por exemplo, algo que é pouco sabido sobre esta doença é que a exposição moderada e consciente ao sol melhora, e muito, os episódios!

[IM] Tem alguma marca ou produto de referência para os doentes de psoríase?

[FS] Marcas são sempre muito subjectivas, o que importa é que se tenha prazer em aplicar determinado produto. Se eu não gostar da textura, do toque de um produto, nunca o vou usar, ou vou usar poucas vezes. É preciso olhar, perceber, pedir feedback e nunca, mas nunca, usar algo de que não se gosta. Outra questão é que, na minha opinião, devemos ir mudando de produtos, não só para experimentar, mas também para não nos cansarmos.

[IM] O que tem a dizer sobre o estigma que sofrem pessoas com psoríase?

[FS] No fundo, no fundo, o estigma percebe-se. A maioria das doenças de pele tem um estigma associado. A psoríase é uma doença que se vê e que deixa sinais. A única maneira de combater o estigma é informar, informar toda a gente ao nosso redor. Algumas pessoas sentem-se melhor ao usar maquilhagem (apropriada) para disfarçar o problema, e não há nada de errado nisso, mas não devem nunca esquecer de que informar os outros vai fazer com que o estigma desapareça. Esta doença não é contagiosa e a pessoa com psoríase pode e deve levar uma vida normal.

[IM] O que deve fazer uma pessoa que suspeite que possa ter esta doença? 

[FS] Muitas vezes a primeira paragem é na Farmácia. Mostrar as manchas, falar em descamação… Um bom profissional vai poder aconselhar e encaminhar! Vai ajudar a manter a restante pele sã e vai poder acompanhar com mais proximidade do que um médico. Claro que a ida ao médico é obrigatória, mas o primeiro passo pode sim ser dado na Farmácia.

Cuidados De Pele – O Mito Dos Rectângulos

13 Maio

Quem seja menos atento no Facebook talvez ainda não se tenha apercebido do mais recente mito, da histeria em massa que isto envolve. Mas já que diz respeito a cosméticos e de uma forma até bastante técnica (oh, olhem a futura Farmacêutica a falar!), resolvi mencionar aqui. Antes de começar quero deixar claro que é um mito sem sentido positivamente nenhum, e passo a explicar.

significado riscas tubo creme facebook

A imagem apresentada e que anda a ser partilhada é esta aqui acima e o texto é o que se segue ou semelhante:

“Coisas a saber …

Sabe qual é o significado dos quadrados e retângulos na parte de trás de tubos (creme, pasta de dente, shampoo, etc)?

Já reparou que, em cada um dos tubos na parte de trás de um código é identificado? Pode ser preto, vermelho escuro, azul escuro, verde escuro ou outras cores geralmente escuras, e também em vermelho ou verde. O que é que este código diz?

Riscas escuras (ou retângulos) mostram que o produto é composto inteiramente por produtos químicos!

Os quadrados vermelhos mostram que o produto é cerca de 70%  químico e 30% natural.

Se for verde, o produto contém apenas ingredientes naturais, livres de produtos químicos!

Saber nunca ocupa lugar.

Com esta informação, cabe a si fazer as melhores escolhas.”

Há tanta coisa de errado com este texto que até estou sem saber por onde começar! Acho que vou começar por falar em “produtos químicos”. Tudo, absolutamente tudo é um produto químico ou mistura de vários químicos – a água, a comida, o computador que está à vossa frente, a mesa em que ele está assente… Pronto, já entenderam onde quero chegar! O que normalmente as pessoas chamam “produto químico” é um produto sintético – ou seja, fabricado em laboratório. Isto não quer dizer que seja mau, quer simplesmente dizer, na maioria dos casos, que é mais barato, mais eficiente e por vezes mais ecológico produzi-lo em laboratório do que andar por aí a esgotar recursos naturais não só para fazer o produto em si mas também para transportar a matéria prima até às fabricas, por exemplo. Há produtos sintéticos bons e maus, como há produtos naturais bons e maus (muitos venenos são de origem vegetal, por exemplo).

Quanto às riscas, vamos ver como é que são colocados os produtos dentro dos tubos. A empresa fabrica o creme, pasta de dentes, seja lá o que for o seu produto. Depois, fabrica ou compra as embalagens que vêm impressas com o nome da marca, o nome do produto, os ingredientes, código de barras e tudo mais que seja necessário. As embalagens vêm abertas em cima (ou seja, na parte que tem aquelas ranhuras) e é por lá que são cheias por uma máquina – essa mesma máquina que as enche ou outra, dependendo da fabrica, também as vai fechar. Só que a máquina não vê nem pensa! Para saber onde é preciso fechar a embalagem a máquina apenas reconhece um sítio de cor uniforme com uma risca de cor contrastante e é aí que fecha a embalagem e segue para outra. É daqui que vem este rectângulo ou risca ou como queiram chamar e a cor é simplesmente a cor mais contrastante com a cor original da embalagem de entre as que já foram usadas na impressão porque cada cor extra que se use custa mais caro. Na verdade, há ainda riscas brancas nas embalagens escuras impressas a branco e o texto não menciona isso.

Acho que a única parte que se aproveita deste boato é mesmo a parte do “saber nunca ocupa lugar”! Espero que estejam esclarecidos e que este artigo vos tenha ajudado!

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